quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Odes do Amor


Justa que sois a ti quero revelar
Massa virtuosa!
Massa do amor!
Esposa obediente, mesmo quando não ordenada!
Oh! Pantanal das onças,
Região peçonhenta,
Eis que de tão dura selva brota uma flor!
Flor caridosa a que todos atormenta!
Só de língua trinta quilos tem ela!
Quem nessa casa cuida das panelas!?
Juiz universal  das virtudes sacerdotais
É mais rançosa que água com gás
Muito percorreste na tradição
E agora escolheste bem teu guardião
Tango, tocado no acordeom!
Delírios de uma pseudo traicion!
Antes dirigida
Agora é diretora
Farol do bem
Com a luz apagada
Sem o padre esta desregulada
Denunciadora de acordos
do futuro vindouro
Previsões  que valem ouro!
Se não fossem no blog postadas,
Seriam em praça pública gritadas!
Com ti encontros velados
abrindo segredos lacrados!
Sois tango, tango bem cantado
 Encantado que sou
Meu coração te perdoou!
A Resistência queimou
E meu banho esfriou
Oh! Resistência da tradição!
Aquece esse pobre coração
No inverno, desligado ou no verão
De 300 padres duros
só um é digno de tanta admiração
Os demais não tem tamanha visão
Lutemos todos contra essa escravidão
De obedecer ao distrito e ao capitão!
 Massa do amor!
Massa do bem!
Cozida na água da caridade
Cozida na água do bem
O mundo seria perfeito
Se te escutasse a inquisição
Pois sem queimar não restaria um cristão!

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